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FSM 2009- Nº2 PDF Imprimir E-Mail
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Agencia Latina de Información Alternativa

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INDICE:

  •  apertura- Bienvenidos en Belem! - (información) -
  • - FSM 2009: Una marcha multitudinaria inaugura el Foro Social Mundial
  • - Alternativa al modelo neoliberal
  • - FSM 2009 valoriza cultura dos povos da Pan-Amazônia (portugûes - español)
  • - Bolivia, Ecuador, Paraguay y Venezuela defienden un nuevo socialismo -  
     
 Información breve:
  •  - Indígenas de Ecuador piden al Foro Social Mundial declare "persona non grata" a Correa
  • - IX Foro Social Mundial: la crisis da alas al "otro mundo" 
  • - Sob a chuva da Amazônia, todos os povos reunidos
  • - Amanece en Belém
  • - FSM Belem: Renace la esperanza
  • - Lugo expone hoy reclamo sobre Itaipú en Foro Social Mundial
  • - América Latina vive un momento mágico, afirmó presidente ecuatoriano
  • - “O grande papel deste Fórum é reafirmar que este modelo não tem futuro”
  • - Pueblos del Abya Yala plantean jornada mundial de movilización en defensa de la Pachamama
  • - FORO SOCIAL MUNDIAL: Elogio de la Unasur
  • - "Otra Iglesia también es posible", dice Evo Morales en el Foro Social
  • - Proponen crear Tribunal Ético y de Opinión para crímenes contra pueblo palestino -
         artículos completos AQUI          visite: www.alia.com.ar

 

 

Indice:


Boletin WSF – 27 de enero 2009

1) Bienvenidos en Belem!  Belem, la capital del estado del Parà tiene una ubicaciòn privilegiada y estratégica en el norte extremo del Brasil y es considerada la entrada más importante a la parte norteña del país y a la Amazonìa. Es la ciudad más grande en la Amazonìa del Brasil con aproximadamente 1,5 millones de habitantes.  La guìa de Belem y del FSM 2009 se encuentra a la pagina:
2) Informate!
El Foro Social Mundial es un espacio para la comunicación y el intercambio. Los miles de periodistas procedientes desde todo el mundo llegaron en Belem para seguir los dìas del Forum Social Mundial, trabajando a video produciones, articulos y noticias sobre el otro mundo posible.  
Cinco proyectos de comunicación compartida trabajarán dentro del FACOM (la Facultad de Comunicación) en UFPA (la Universidad Federal del Parà): Foro de Radio, WSF TV  y Foro Video, Laboratorio de Conocimiento Libre, Ciranda y Belem Expanded. Cualquier periodista, las personas de los medios de comunicación libres,   
El equipo de la Comision Internacional de Prensa atenderà los periodistas y los empleados de prensa en la sala de comunicación, que se encuentra en el Gimnasio de la UFPA.
  

FSM 2009: Una marcha multitudinaria inaugura el Foro Social Mundial

fuente: Adital - Tendas montadas, acampamentos levantados, gente de todos os continentes. A cidade de Belém está totalmente tomada pela diversidade típica do Fórum Social Mundial,
Construção de um mundo de paz, justiça e ética; democratização e descolonização do conhecimento; acesso universal aos bens comuns; libertação do capital, das multinacionais da dominação imperialista; dignidade, garantia de igualdade de gênero; garantia dos direitos econômicos, sociais, humanos, culturais e ambientais; construção de uma ordem mundial baseada na soberania; economia democratizada, sustentável e solidária; estruturas políticas participativas; e defesa da natureza são os objetivos a serem alcançados nas atividades desta edição do FSM.
As expectativas para o Fórum são as melhores. Para a estudante boliviana Angelina Reyes, que participa do fórum com uma atividade autogestionada, o evento é um momento de aglutinação de ideias que tem resultados muito bons. "É um espaço onde as pessoas que têm problemas em comum podem se juntar e tentar achar uma solução, trocar experiências", disse. Já para o ativista de meio ambiente Gustavo Hernández, da Venezuela, as edições do Fórum servem para dar mais ânimo e força para os movimentos sociais. "Acho que vivemos um período muito especial da América Latina, com a participação dos movimentos sociais em decisões importantes para seus países e o fórum faz com que os movimentos saiam mais empoderados daqui", opina.
Ao todo, o FSM 2009 conta com 2.400 atividades propostas por organizações, entidades, sindicatos, movimentos sociais, povos originários, etc. No último dia do Fórum, dia 1º, a proposta é que sejam realizadas assembléias setoriais, que reunirão redes e entidades com temas e lutas afins. Segundo a programação, na parte da tarde haverá a "Assembléia das Assembléias", em que serão apresentados os resultados debatidos durante a convergência dos setores.
As matérias do projeto "Ações pela Vida" são produzidas com o apoio do Fundo Nacional de Solidariedade da CF 2008

Un nativo graba la marcha indígena
 "SOS Amazonas"
Una marcha multitudinaria
por las calles de la ciudad amazónica de Belem marca hoy en Brasil la apertura de la novena edición del Foro Social Mundial (FSM), la más importante cita de la izquierda del planeta. Según su fundador, Francisco Whitaker, los participantes del encuentro se dedicarán hasta el domingo a debatir ideas para crear "una nueva civilización, basada en otros valores". nativo en Belem
"El Foro es una universidad abierta, donde todas las ideas son legítimas. La misma propuesta del evento es estimular la pluralidad. Por lo tanto, son varios mundos posibles", resumió uno de los organizadores del encuentro, el brasileño Cándido Grzybowski, aludiendo a la consigna del FSM, que sostiene que "otro mundo es posible".
Unas 120.000 personas de 150 países intervienen en las 2. 600 actividades programadas por los organizadores en la nueva edición del FSM, que atraerá además el jueves a Belem a cinco presidentes sudamericanos: los de Bolivia, Evo Morales; Brasil, Luiz Inacio Lula da Silva; Ecuador, Rafael Correa; Paraguay, Fernando Lugo, y Venezuela, Hugo Chávez. Los cinco mandatarios intervendrán en un debate sobre "América Latina y la crisis financiera internacional", en el que, según se espera, habrá duros ataques al modelo económico neoliberal que, según los participantes del FSM, es responsable de las actuales turbulencias, así como del cambio climático y de la escasez de alimentos.
Alternativa al modelo neoliberal
El FSM fue creado en 2001 como una alternativa al modelo neoliberal representado por el Foro Económico Mundial, y este año se reúne convencido de que la crisis financiera que sacude el planeta demuestra que la izquierda tenía la razón al abogar por un nuevo orden económico global. «El Foro es una universidad abierta, donde todas las ideas son legítimas. La misma propuesta del evento es estimular la pluralidad. Por lo tanto, son varios mundos posibles» En una rueda de prensa concedida hoy en Belem, la representante del Foro Social Europeo, la italiana Rafaela Bolini, sostuvo que desde sus primeras ediciones los participantes de la más grande cita de la izquierda del mundo ya denunciaba "la globalización neoliberal y el mercado capitalista", y que por ello enfrentaron críticas y "hasta represión política". "Y la denuncia era verdadera. La denuncia de los peligros para la humanidad, para el planeta y para la naturaleza era verdadera. Y estamos aquí ahora porque esa realidad necesita conquistar visibilidad. La solución para esta crisis no será real si viene de los mismos que la crearon", enfatizó Bolini. Asimismo, el empresario brasileño Oded Grajew, uno de los creadores del FSM, sostuvo hoy que las medidas adoptadas hasta ahora por los países para hacer frente a la crisis financiera no apuntan a una solución duradera, sino que buscan solamente salvar el sistema que generó los actuales problemas. "Decían que los recursos eran limitados. Ahora, ante la crisis, de pronto aparecieron billones de dólares para socorrer a fábricas de automóviles, bancos y empresas quebradas, un dinero que hubiera sido más que suficiente para combatir la pobreza y para mejorar la salud y la educación"

FSM 2009 valoriza cultura dos povos da Pan-Amazônia

28.01.09 - AMÉRICA DO SUL
Adital -Mostrar a força dos povos pan-amazônicos e cobrar políticas públicas que implementem formas de desenvolvimento sustentável para as várias comunidades da região é o objetivo do V Fórum Pan-Amazônico, que acontece todo o dia de hoje (28) dentro do Fórum Social Mundial 2009. Em entrevista coletiva, representantes de segmentos indígenas, movimentos sociais e quilombolas falaram sobre a resistência dos povos da floresta. Com território presente em nove países (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Venezuela e Guiana Francesa), a região Pan-Amazônica é frequentemente ameaçada por modelos de desenvolvimento que desagrupam comunidades, aumentam o índice de pobreza e salientam a quebra de tradições dos povos originários. O importante deste fórum é destacar primeiro o resgate e resistência desses povos e dar visibilidade para as ações que os movimentos sociais estão travando para criar uma base de modelos sustentáveis e com justiça ambiental", afirmou Aldalice Otterloo, da coordenação executiva do Fórum Pan-Amazônica. Comprovando que as comunidades adotam com sucesso outros modelos de desenvolvimento voltados para a defesa da floresta e para a qualidade de vida de seus povos, Daniel de Sousa, da Coordenação Estadual dos Quilombolas do Pará, disse que os locais onde estão situados esses povos estão livres de desmatamento. Mas é preciso políticas públicas que reconheçam e valorizem essas populações. A situação dos povos quilombolas do Pará, por exemplo, mostra que, apesar dos poucos avanços, ainda é necessária uma política mais incisiva para o reconhecimento dos territórios originários. Das 320 comunidades quilombolas paraenses, apenas 94 foram reconhecidas até agora. "Esse processo ainda é muito lento", comentou. Estima-se que existam 100 mil quilombolas no estado, que é o quarto em população quilombola, depois do Maranhão, Bahia e Minas Gerais, respectivamente. Representante do Fórum da Amazônia Oriental (FAO), Matheus Otterloo, disse que o grande desafio é provar para governos e autoridades que outras formas de desenvolvimento são possíveis. Frente às várias invasões que historicamente esse povos já sofreram, acrescentou, é notória a resistência. "O Fórum busca inspirar o mundo no sentido de se manter a par de novas alternativas, de novas propostas para a região. Hoje, os povos são ameaçados pela indústria da soja, pelas empresas hidrelétricas. Ainda assim, há resistência", ressaltou. Todo este segundo dia do Fórum Social Mundial será dedicado as questões da Pan-Amazônia. Nos dois palcos principais do evento, foram discutidos os temas "Mudanças climáticas e justiça ambiental", "Direitos Humanos, trabalho, migrações" e "Terra, território, identidade e soberania alimentar". Durante a manhã também houve apresentação de danças negras e indígenas, com povos de diversas etnias. As matérias do projeto "Ações pela Vida" são produzidas com o apoio do Fundo Nacional de Solidariedade da CF2008. Ana Rogéria, editora de Adital, de Belém (PA)

FSM 2009 valoriza cultura de los pueblos de la Pan-Amazonia
 Adital - Mostrar la fuerza de los pueblos pan-amazónicos y reclamar políticas públicas que implementen formas de desarrollo sustentable para las varias comunidades de la región es el objetivo del V Forum Pan-Amazónico, que tiene lugar durante todo el día de hoy (28) dentro del Forum Social Mundial 2009. En entrevista colectiva de prensa, representantes de segmentos indígenas, movimientos sociales y quilombolas hablaron sobre la resistencia de los pueblos de la floresta.

Con territorio presente en nueve países (Brasil, Bolivia, Colombia, Ecuador, Guyana, Perú, Surinam, Venezuela y Guyana Francesa), la región Pan-Amazónica es frecuentemente amenazada por modelos de desarrollo que desagrupan a las comunidades, aumentan el índice de pobreza y fomentan la quiebra de las tradiciones de los pueblos originarios.

"Lo importante de este forum es destacar primero el rescate y resistencia de esos pueblos y dar visibilidad a las acciones que los movimientos sociales están trabando para crear una base de modelos sustentables y con justicia ambiental", afirmó Aldalice Otterloo, de la coordinación ejecutiva del Forum Pan-Amazónico.

 

Comprobando que as comunidades adoptan con éxito otros modelos de desarrollo orientados hacia la defensa de la floresta y hacia la calidad de vida de sus pueblos, Daniel de Sousa, de la Coordinación Estatal de Quilombolas de Pará, dijo que los lugares donde están situados esos pueblos están libres de deforestación.

Pero es necesario implementar políticas públicas que reconozcan y valoren a esas poblaciones. La situación de los pueblos quilombolas de Pará, por ejemplo, muestra que, a pesar de los pocos avances, todavía es necesaria una política más incisiva para el reconocimiento de los territorios originarios. De las 320 comunidades quilombolas paraenses, sólo 94 fueron reconocidas hasta ahora. "Este proceso todavía es muy lento", comentó. Se estima que existen 100 mil quilombolas en el estado, que es el cuarto en población quilombola, después de Maranhão, Bahía y Minas Gerais, respectivamente.

Representante del Forum de la Amazonia Oriental (FAO), Matheus Otterloo, dijo que el gran desafío es probar a gobiernos y autoridades que otras formas de desarrollo son posibles. Frente a las varias invasiones que históricamente ya sufrieron estos pueblos, agregó, es notoria la resistencia. "El Forum busca inspirar al mundo en el sentido de mantenerse a la par de nuevas alternativas, de nuevas propuestas para la región. Actualmente, los pueblos están amenazados por la industria de la soja, por las empresas hidroeléctricas. Aún así, hay resistencia", resaltó.

Todo este segundo día del Forum Social Mundial estará dedicado a las cuestiones de la Pan-Amazonia. En los dos escenarios principales del evento, se discutieron los temas "Cambios climáticos y justicia ambiental", "Derechos Humanos, trabajo, migraciones" y "Tierra, territorio, identidad y soberanía alimentaria". Durante la mañana hubo también presentación de danzas negras e indígenas, con pueblos de diversas etnias.

Las noticias del proyecto "Acciones por la Vida" son producidas con el apoyo del Fondo Nacional de Solidaridad de la CF2008.

Ana Rogeria, editora de Adital, desde Belém (PA), Brasil.

Traducción: Daniel Barrantes - Esta dirección de correo electrónico está protegida contra los robots de spam, necesita tener Javascript activado para poder verla

Bolivia, Ecuador, Paraguay y Venezuela defienden un nuevo socialismo

Los presidentes de los cuatro países enfervorizaron a los asistentes al Foro Social Mundial en la ciudad brasileña de Belem, con duros ataques al capitalismo.

Reuters Publicado: 29/01/2009 19:58

Belem. Los presidentes de Bolivia, Ecuador, Paraguay y Venezuela enfervorizaron el jueves a los asistentes al Foro Social Mundial en la ciudad brasileña de Belem, con duros ataques al capitalismo y la defensa de un nuevo mundo socialista.

El venezolano Hugo Chávez, el boliviano Evo Morales, el ecuatoriano Rafael Correa y el paraguayo Fernando Lugo fueron aclamados en un multitudinario encuentro sobre las "Perspectivas de la Integración Popular de América Latina".

Durante sus intervenciones, algunos de los mandatarios, que luego se reunirían con su colega brasileño Luiz Inácio Lula da Silva, no escatimaron tampoco ataques contra el "imperialismo norteamericano".

También unieron sus voces en cantos de protesta y estribillos de décadas atrás que coreaban militantes de izquierda, sindicalistas, indígenas y de una diversidad de movimientos activistas.

Los cánticos incluyeron homenajes al desaparecido guerrillero argentino-cubano Ernesto "Che" Guevara, quien fue compañero de Fidel Castro en la revolución cubana, así como gritos de saludo al convaleciente "Fidel".

"Mientras en Davos, Suiza, se reúne el mundo que muere, aquí se reúne el mundo que nace. Estamos donde nace un mundo nuevo, una nueva era", dijo Chávez al llegar a Belem, la capital del amazónico estado de Pará.

En Davos sesiona el Foro Económico Mundial, integrado por empresarios y al que también asisten jefes de Estado y representantes de gobiernos. El encuentro de Belem actúa como contrapunto de movimientos sociales.

Al intervenir en el foro, Chávez volvió a denostar al ex presidente estadounidense George W. Bush y apenas dio una cautelosa bienvenida a su sucesor, el demócrata Barack Obama.

"Estaremos a la espera, observando, la actuación del nuevo Gobierno de Estados Unidos, que tiene un problema muy grave dentro de sus fronteras: la crisis económica", afirmó.

Pero agregó que no se hacía muchas ilusiones de un cambio en la política estadounidense porque "el imperio está intacto (...) y el propio presidente ha dicho que Chávez es un obstáculo".

El presidente ecuatoriano también atacó al capitalismo y dijo que junto a sus colegas integraban "gobiernos progresistas que buscan un sistema más justo", a través del "socialismo del siglo XXI".

Correa sostuvo que el "nuevo socialismo", entre otras características, constituía "la supremacía del ser humano y del trabajo humano sobre el capital".

El presidente boliviano, quien también conduce un gobierno de corte izquierdista, expresó por su parte que podía cometer errores, pero que jamás cesaría su "lucha contra el imperialismo norteamericano".

Al igual que los otros presidentes que asistieron al foro, el paraguayo Lugo, un ex obispo católico, sostuvo que América Latina estaba en un profundo proceso de cambio, que posibilitaron los grupos militantes.

"Movimientos populares, campesinos, indígenas, de mujeres y de jóvenes nos han dado la posibilidad de generar este cambio en nuestro país", agregó.

Información breve:

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 - Sob a chuva da Amazônia, todos os povos reunidos -
 Representantes de todos os cantos do mundo celebram o “outro mundo possível” 27/01/09
http://www.movimientos.org/fsm2009/show_text.php3?key=13657


Amanece en Belém
La Universidad Federal Rural de la Amazonía (UFRA) y la Federal de Pará (UFPA) despiertan junto a miles de  personas que acampan allí. Unos van hacia las carpas a celebrar el Día Panamazónico, otros exponen carteles, posters u objetos típicos de sus culturas. Hasta el 1ro de febrero próximo estas universidades tienen un nuevo mapa. 29/01/09.
 
http://www.movimientos.org/fsm2009/show_text.php3?key=13646
FSM Belem: Renace la esperanza
El séptimo Foro Social Mundial en este día  ha centrado su atención en los debates para proteger a la Amazonía, en tanto los pueblos indígenas proponen la realización de una jornada mundial en defensa de la Madre Tierra.  La Minga Informativa recoge algunos de estos debates en 
http://www.movimientos.org/fsm2009/
 
Lugo expone hoy reclamo sobre Itaipú en Foro Social Mundial
La Nación (Paraguay) - Paraguay
El presidente de la República, Fernando Lugo, viaja hoy a Belem, estado de Pará, Brasil, para participar del Foro Social Mundial. El jefe de Estado partirá ...
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América Latina vive un momento mágico, afirmó presidente ecuatoriano
Prensa Latina - La Habana,Cuba
Al intervenir en la novena edición del Foro Social Mundial (FSM) en la ciudad brasileña de Belém, el gobernante insistió en la defensa de un modelo ...
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 Em entrevista, Sérgio Haddad, coordenador geral da Ação Educativa afirma que o FSM é tão importante que até os meios de comunicação coorporativos estão mais sensíveis a ele. 29/01/09
 
http://www.movimientos.org/fsm2009/show_text.php3?key=13655

Pueblos del Abya Yala plantean jornada mundial de movilización en 
defensa de la Pachamama

Los representantes de los pueblos originarios han elevado su voz para solicitar el alto a la depredación de la Pachamama, exigen que se tomen las medidas del caso para evitar que el planeta siga siendo puesto en peligro por las grandes empresas transnacionales. 29/01/09
http://www.movimientos.org/fsm2009/show_text.php3?key=13652
FORO SOCIAL MUNDIAL: Elogio de la Unasur
Inter Press Service America Latina y Caribe - Montevideo,Uruguay
... Bolivia y Venezuela defendieron un modelo democrático y participativo de integración para América Latina en otra jornada del Foro Social Mundial (FSM) ...
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Univisión - USA
... parafraseando el lema "Otro mundo es posible" del Foro Social Mundial que se celebra en la ciudad norteña de Belem (estado de Pará, Amazonia). ...
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Proponen crear Tribunal Ético y de Opinión para crímenes contra pueblo palestino
La Defensoría del Pueblo del Ecuador, los movimientos sociales y las organizaciones de derechos humanos propone la constitución de un 
Tribunal Ético y de Opinión ante los Crímenes de Guerra, Agresión y Delitos de Lesa Humanidad cometidos contra el Pueblo de Palestina. 29/01/09
 
http://www.movimientos.org/fsm2009/show_text.php3?key=13650 
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